“Te vejo perdendo-se todos os dias entre essas coisas vivas onde não estou. Tenho medo de, dia após dia, cada vez mais não estar no que você vê. E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória, alívio (…)” - Caio Fernando Abreu.
aí foi que o barraco desarmou... +35dias!
sábado, 26 de setembro de 2009
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