“Te vejo perdendo-se todos os dias entre essas coisas vivas onde não estou. Tenho medo de, dia após dia, cada vez mais não estar no que você vê. E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória, alívio (…)” - Caio Fernando Abreu.
aí foi que o barraco desarmou... +35dias!
sábado, 26 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
enquanto chovia
Acordava, dava-lhe bom dia, descia e fazia o café.
Tomava banho, preparava o almoço e esperava.
Se ouvia algum barulho, nem pensava e já corria ao telefone; nada. Não iria receber o telefonema.
Ligava a TV e passava os canais sem prestar atenção.
Arrumava a casa e se arrumava ao mesmo tempo, tudo tinha que estar perfeito. Batom passado, unhas pintadas, sapato novo e colar de pérolas.
O jantar estava à mesa, o aroma de café enchia a casa e o barulho da chaleira a distraia.
Suor frio, coração acelerado... tudo como se fosse a primeira vez.
Já passava das sete horas quando o telefone tocou, angustiada ela atende e aos ouvir aquela voz um sorriso brota em seu rosto desaparecendo segundos depois ao dizer "tudo bem".
Quando ele chegou o aroma de café já não estava mais na casa, a chaleira já não fazia mais barulho mas o jantar ainda estava à mesa porém as velas apagadas.
Deitou-se e susurrou um "boa noite" inaudível.
Num minuto já amanhecera, o lençol amarrotado ao seu lado significava que ele não estava mais ali e ela esperaria outra vez.
Tomava banho, preparava o almoço e esperava.
Se ouvia algum barulho, nem pensava e já corria ao telefone; nada. Não iria receber o telefonema.
Ligava a TV e passava os canais sem prestar atenção.
Arrumava a casa e se arrumava ao mesmo tempo, tudo tinha que estar perfeito. Batom passado, unhas pintadas, sapato novo e colar de pérolas.
O jantar estava à mesa, o aroma de café enchia a casa e o barulho da chaleira a distraia.
Suor frio, coração acelerado... tudo como se fosse a primeira vez.
Já passava das sete horas quando o telefone tocou, angustiada ela atende e aos ouvir aquela voz um sorriso brota em seu rosto desaparecendo segundos depois ao dizer "tudo bem".
Quando ele chegou o aroma de café já não estava mais na casa, a chaleira já não fazia mais barulho mas o jantar ainda estava à mesa porém as velas apagadas.
Deitou-se e susurrou um "boa noite" inaudível.
Num minuto já amanhecera, o lençol amarrotado ao seu lado significava que ele não estava mais ali e ela esperaria outra vez.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
sinal fechado
armadura nenhuma é capaz de proteger seu frágil lado sentimental...
cuidado meu bem! há perigo na esquina.
cuidado meu bem! há perigo na esquina.
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