sábado, 28 de maio de 2011

wake up

O fim do mundo começou disfarçadamente.

Olhe pra você.
Olhe para as suas amizades.
Onde estou postando isso... Escrevendo pra quem esta longe e não falando pra quem esta perto.
Uma geração que presta mais atenção no celular do que na pessoa que senta ao seu lado no ônibus.
Que prefere ver sorrisos na tela do computador invés de partilhar o momento com seus amigos.

[ rascunho ]

terça-feira, 10 de maio de 2011

sem nenhum valor

Se preocupar com as pessoas que se preocupam contigo sempre foi a chave da questão, porque mesmo querendo, a gente nunca faz isso.
As pessoas sempre têm a mania estúpida de querer machucar umas as outras, às vezes até sem querer, até mesmo numa atitude simples porém egoísta.
Eu só quero um pouco de verdade e sentir que realmente é a verdade, que é seguro, confiável. E recíproco.
Não é muito dificil, quando se quer fazer.

Se preocupe, então, com pessoas descartavéis e descarte as que poderiam ser permanentes, se é isso que te faz feliz. Só não conte comigo.
Quero férias eternas desse tipo de pessoa. Pra mim já deu.

Não me culpe se eu mudar.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

a onda agora é outra, a bossa agora é nova


Não é nada bom amar alguém que sempre vai nos decepcionar.
Sabe essas coisas da vida que a gente vai deixando pra depois?
Coisas simples...

Já levei tanto na cara e continuei firme por causa do amor. Acho que agora ele já foi dilacerado de tantas maneiras que até mudou de forma, porém um erro não justifica o outro.
Alguém sempre tem que ceder, pelo bem de dois, que são um. Um sempre vai estar errado, mas não é questão de culpa e sim de consideração. Dois só ganham quando conseguem ser um.
Mas eu sempre fico com a minha mania de esperar as pessoas se tocarem ao invés de chegar e conversar. Acho que minha juventude está passando mesmo. É estranho, mas uma hora ou outra temos que ir atrás e parar de esperar consideração dos outros. Mesmo que esses outros sejam quem tem sua total consideração. Mundo injusto, não? We will be all right... Eu não posso garantir isso. Ninguém pode.

"Acho que a única razão de sermos tão apegados em memórias, é que elas não mudam, mesmo que as pessoas tenham mudado."