Me afasto para não sofrer. Dói saber que você não se importa mais. Que não quer mais a presença, que não quer mais compartilhar... E eu tenho que fingir não querer. Fingir não me importar. Fingir não querer saber o que você não quer contar. E dói.
Porque o que eu queria mesmo era te abraçar, deitados na cama, sabendo que tudo estava bem e conversar por horas e horas e horas... Como fazíamos antigamente.
Porque houve um tempo que você não era assim.
E eu me afasto do presente e meu pensamento vai parar lá, onde era feliz.
É meu mecanismo de defesa.
"Ah, tô aprendendo a viver sem você
Ah, tô aprendendo e não quero aprender..."
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
ponto de partida e chegada
Peguei uns rabiscos antigos, vamos ver se sai alguma coisa.
Talvez meu problema seja que eu pense e anseie muito o amanhã. Não que o hoje esteja ruim, é só a busca por algo melhor. E enquanto isso o tempo vai passando e o amanhã vai sempre ficando pra... Amanhã!
São esses erros que você comete, onde erra sem estar errado. Uma época que você percebe que nada é justo no mundo e que você não pode fazer nada para mudar isso.
Modernidade.
Onde as pessoas passam despercebidas, não olham umas nos olhos das outras. Não vêem ninguém ao seu redor, focadas nos próprios problemas sem se importar com o seu igual.
O que importa, para mim, é que depois de todos as tempestades e naufrágios o que fica em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro. O que pode para algumas pessoas pode não ser bom, mas para mim, por enquanto basta.
As grandes coisas de hoje são as insignificantes de amanhã.
Desânimo.
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