quarta-feira, 30 de julho de 2008

A infelicidade da vida.
Olhos cegos, pele que sente.
A fixa fixação em demonstrar movimento.
Inerte. Vivo.

Na sutileza da falha, a beleza do azar.
Na fragilidade da vida, ainda há luz.
Mensagem de dor não entregue,
culpa que fica, não segue.

hoje não era. Amanhã não seria.
Restava o ontem: baque surdo e fugaz.
O dia seguinte não previsto, ressaca indesejada.

O amanhã que devia não ser.

Um comentário:

Amália Morais disse...

frustração maior é quando o futuro que tinha que ser se torna passado que não foi u.U
menina, que belo texto :)